Eu fui ao casamento

30/06/2009

Lembra daquele casamento que eu tava em dúvida se ia ou não?!

Eu fui sim…

Beijos!


Papo [OFF] Michael morre. E leva com ele pelo menos alguma parte de nós…

29/06/2009

Oi, gente…

Tive uns dias meio atribulados, mas cá estou eu pra falar sobre Michael Jackson…

Não sei vocês, mas eu recebi com muita dor e pesar a partida desse, que marcou a vida de gerações… Inclusive a minha…

É triste ver que os ídolos morrem… Que são pessoas como nós… E que as pessoas um dia morrem, que não são eternas… É triste às vezes perceber que o tempo é implacável… Leva as nossas dores, mas leva também o que é bom…

Quando alguém morre, morre em nós um pouquinho daquela ilusão que temos de que a morte nunca se aproximará… Nunca nos alcançará…

A perda de alguém sempre nos leva à reflexão de quão a vida é frágil, volátil e pode se acabar a qualquer momento…

E em mim especialmente também vem a reflexão: “O que fiz até hoje da minha vida?” Valeram a pena as escolhas, tentativas, erros e acertos?

A partida de um ídolo como Michael fomenta também em mim a reflexão de que o tempo passa… E de que não podemos conter essa passagem… A minha infância que parecia ter sido “anteontem”, já vem perdendo seus expoentes, suas referências e se tornando apenas lembranças… Reflexos de um tempo que passou, assim como o hoje que ainda vai se tornar um passado muito distante…

Michael, reportando ao Hanson no Twitter, levou com ele parte de minha infância. E no meu caso, parte de outras lembranças, que hoje são só… lembranças.

Perdas como essa nos despertam para o passar do tempo, silenciado por nós em meio a tantas complicações e afazeres do dia-a-dia. Nos relembra de que a vida está aí, para ser bem vivida, para ser intensa e não para ser gasta com bobagens… Afinal, ela é curta´e pode não haver tempo para uma segunda chance!

Poxa, “Black or White”… Lembro-me como se fosse hoje a estreia desse clipe no Fantástico e o quanto ficávamos encantados com a tecnologia usada para as cenas em que os rostos se transformavam… O quanto aquilo era incrível pra nós…

Na minha lembrança não parecia que tinha sido em 1991… Parecia menos tempo, sei lá… Caí na real e foi bem dolorido… Foi bem dolorido sair pelo menos por algum tempo da ilusão e notar que a vida corre numa grande velociadade e que às vezes nem nos damos conta disso… Parece que foi ontem… Mas não foi! O tempo passou sim… E o fato de Michael ter morrido lembrou muita gente sobre isso…

Enfim… Como outros tantos milhões nesse mundo, quero expressar minha tristeza pela perda de Michael Jackson e dizer novamente que ele, mesmo sem saber levou uma parte de mim… A parte da ilusão de que os ídolos não morrem, de que o tempo não passa e de que somos invulneráveis e portadores do controle de nossos próprios destinos…

Não, não… Nós somos humanos! E às vezes dói lembrar disso!

Vá com Deus, Michael!

Vou ouvir “Beat it” e “The girl is mine” com nostalgia e “One day in your life” com uma certa melancolia…

Michael te marcou de alguma forma?!

 

Conte-nos!

 

Beijos!

Com carinho,

 

Naná.


Mês dos namorados – histórias de amor

14/06/2009

Oi, gente!!!!!!!

 

Lembram daquela promoção que eu lancei?!

Pois é… Mês dos namorados… Achei por bem começar a publicar as histórias hoje!

A primeira delas é a da Mariana Lira. Uma fofa que sempre nos segue e que tem uma linda história de amor pra nos contar…

Provando que o amor pode estar nos esperando até em um show de forró!

(Quem ainda não teve a história publicada, não se desespere! Vou publicar TODAS!)

Quem ainda não enviou… Ainda dá tempo!

Veja:

 

No mês de junho (falta pouquinho!!!!) Raphael e eu completaremos 4 anos de namoro. Estamos nos organizando pra casar daqui a 2 anos, em 2011, tempo que consideramos suficiente pra juntar uma grana e estabilizar nossas vidas profissional e financeira.
 
O nosso encontro foi peculiar. Nos conhecemos em um show de forró! Pra quem nunca foi, um show de forró é uma massa amorfa de gente se empurrando de lá pra cá, tentando dançar e suando aos bicos rsrsrs. Raphael não gosta de forró. Não era para ele estar ali. E eu, apesar de até simpatizar com o estilo, fui somente pra acompanhar uma amiga. Eu estava solteira fazia mais ou menos 1 ano e, desde então, não frequentava esse tipo de balada. Entretanto, quem tá na chuva tem que se molhar, né não? Assim, pra não irmos sozinhas, ligamos pra todos os amigos possíveis e imagináveis que, delicadamente, negaram nossos convites. O único que aceitou (pra minha desgraça) foi um artista muito doido, cheio de dreds e idéias viajadas na abeça, que viajou na maionese achando que eu o havia convidado por interesses outros.
 
Resultado: depois de tentar convencê-lo de que ele não era meu príncipe encantado (o que não funcionou) tive de ceder às idéias mirabolantes da minha colega, a qual sugeriu que sumíssemos da vista da figura. Metade do show foi embora junto com as nossas tentativas de evitar um reencontro com o carinha. Mas pelo menos funcionou rsrsr.
 
Como era 04 de junho e, por isso mesmo, próximo ao dia dos namorados, o show estava repleto de casais. Como se não bastasse, a banda principal (Limão com Mel) estava lançando seu novo CD, uma coletânea de músicas românticas, pra se ouvir/dançar bem agarradinho, de rostinho colado. Olhei para um lado, para o outro, para a frente e a verdade é que me senti uma ilha cercada de casais por todos os lados. Quando me dei conta da situação, percebi que havia mesmo perdido a noite. Minha saída foi encostar-me na pilastra e esperar pelo amanhecer (por que, como boa lisa, tinha ido de ônibus né rsrsrrs). Minha amiga estava de pé, quase dormindo, igualmente entediada e provavelmente se perguntando o que estava fazendo ali.
 
Comecei a pensar no absurdo da nossa idéia. Que história mais louca essa de aventurar-se sozinha na noite recifense, sem nem uma costelinha pra esquentar e – o pior -, em um show de forró romântico!!! Comecei a conversar com Deus (juro, juro, juro que é verdade!!). Expliquei a Ele que minhas intenções eram boas e que a saída foi planejada para espairecer, relaxar e sem interesses escusos. E pedi: “por favor, meu Deus, não quero nada especial, não. Quero só alguém pra dançar, pra não perder a noite, só isso!!”. De repente, não mais que de repente, eu me deparo com Raphael, à minha frente, me chamando para dançar. Durante a dança, descobrimos semelhanças até na profissão: ele publicitário, eu jornalista, dois comunicadores solitários, perdidos numa noite fria. As semelhanças foram sentidas também no primeiro beijo…. ai ai rsrsr.
 
A história começou a ficar esquisita quando chegou a hora da despedido. Ao invés do telefone, ele me pediu o msn com a desculpa de que era horrível em decorar números. Fiquei desconfiada, mas dei o endereço de e-mail crente de que havia sido enrolada mais uma vez. Nos despedimos e eu fui pra casa, certa de que tinha sido apenas mais uma noite banal na minha vida.
 
Entretanto, mesmo que não quisesse assumir, aquele encontro tinha tido um gosto diferente, mais especial. E pensar que ele não havia passado de um encontro furtivo me deixava triste. Assim, no dia seguinte, quando meu pai me perguntou como havia sido o show, eu caí no berreiro. Isso. chorei mesmo! Um choro sentido, desses que só são chorados por alguém que perdeu algo muito importante. Estranhando, meu pai perguntou o que tinha acontecido e eu expliquei a história toda, inclusive a parte do msn. E meu pai falou, com a sapiência de quem já viveu muito – “também, você queria mesmo arranjar namorado em show de forró?!?”. Sem comentários, né…. rsrsr
 
Segunda-feira, no trabalho, apenas por curiosidade, entrei no msn e vi um convitezinho de um Rafael dançando na tela. Pense numa alegria! Ele tinha lembrado mesmo! Adicionei  o carinha e já fui toda feliz dar bom dia. E num é que era outro Rafael?! fiquei com tanta raivva por causa do funesto acaso que mandei o cara se lascar, excluí e bloqueei ele. Acho que até o hoje o coitado se pergunta o que fez de errado. E fui trabalhar, fazer minhas fotos e amargar a certeza de que eu havia sido besta mesmo. Quando voltei, apenas por desencargo de consciência, entrei no msn novamente. E lá estava o tão esperado convite, desta vez do meu Raphael, assim, bem chique, com PH.
 
Conversamos, trocamos telefone e marcamos o almoço para aquele mesmo dia. O primeiro encontro depois do show, o primeiro beijo e a certeza crescente de que tinha início, ali, uma história muito especial. Durante aquela semana, nos encontramos todos os dias, até o dia 08, quando marcamos de ver o show de Chico Cézar.
 
Quase na hora do show, descobri que meus pais também estariam ali e fiquei bastante apreensiva, com a idéia de que ele poderia achar que eu estava forçando a barra para alguma coisa. Mas até nisso ele me surpreendeu. Mesmo sem dizermos um ao outro que o namoro era oficial, ele peitou a situação constrangedora de, na primeira semana, já conhecer os pais da moça. E assim, durante o show, conversa vai conversa vem, eu perguntei, pra dirrimir toda e qualquer dúvida, qual era a da gente. Até hoje eu lembro da doçura daquele olhar. Estava tocando “É só pensar em você que muda o dia, minha alegria dá pra ver…” e ele disse – “pra mim, nós estamos namorando desde a segunda-feira, desde o nosso primeiro encontro. Por que, quando eu te reencontrei naquele dia, naquele almoço, eu sabia que não era algo assim, tão simples. Minha vida estava mudando”.
Estamos juntos até hoje e cada dia eu o amo mais e mais e sei que, sim, a recíproca é muito verdadeira!.
 
Assinado; Mariana Lira


Etiqueta para casamento: Casou? Não deixe por isso de preservar as amizades!

08/06/2009

Oi, galera!!!

Ia até postar mais vestidos cafonas coloridos… (Juro! Os que eu ia postar hoje eram ALTAMENTE cafonas!!!).

Mas resolvi desabafar…

Isso mesmo, reportando ao D2 que reporta à Cláudia, “Deixa, deixa, deixa eu dizer o que penso dessa vida, preciso demais desabafar…”

Não acho ético dar nomes (a não ser o da Tia Cleide!), nem é minha intenção aqui…

Só quero mesmo desabafar com vocês coisas que estou sentindo acerca de relações que tenho com pessoas que se diziam “amigas”. Uma pessoa em especial.

E como tenho tantas pessoas que me apoiam e dão bons conselhos (sim, vocês, leitores),  e creio que a situação que vou relatar deve ser comum a outras pessoas, acho que aqui é um bom lugar para discutirmos a seguinte questão: Afinal, casamento significa “ignorar os antigos amigos”?

Ando me sentindo ignorada…

Ok, quando a gente fica com um compromisso mais sério, gente demais atrapalha mesmo… Afinal, muitos dos “amigos” (e “amigas”) nossos querem apenas ver (e torcer) pro fim do relacionamento… Rola, muitas das vezes, aquela sensação de posse, de pertencimento… E não aceitam mesmo, de maneira alguma, que aquela pessoa namore. Quem sofre é o namorado/namorada que fica no papel de “usurpador(a)” daquela(e) amiga(o).

Mas a questão que quero me focar nem é essa. Não estamos cercados apenas de pessoas egoístas, que querem nosso mal ou que nos invejam… E eu faço parte desse grupo! Sempre torci pela felicidade de quem amo! E eu amo cada um dos meus amigos!

O que ocorre é que às vezes somos simplesmente excluídos da vida daqueles que se diziam nossos amigos quando eram solteiros, por estes alegarem agora  falta de tempo e excssso de ocupação…

Será?

Será que a pessoa que antes passava 2 horas no telefone com você, agora não tem 5 minutos pra deixar um scrap no Orkut perguntando como você está, só porque está atarefada demais com os preparativos do casamento?

Será que a pessoa que antes saía com você, hoje não tem realmente tempo, porque tá trabalhando demais?! Ou será que ela tá te evitando, porque hoje o futuro cônjuge é mais interessante?!

Não tenho nada contra quem se esquece definitivamente dos verdadeiros amigos e tem olhos apenas para o futuro marido/esposa… Gosto não se discute!

Eu, depois que voltei com o Dudu, comecei a perceber quem era de fato amigo e quem não era, pois muitos não nos apoiaram e esses nós percebemos que não eram nossos amigos de verdade… É natural o afastamento!

Mas meus amigos (os poucos) que ficaram, faço questão de, mesmo se não estiver tão próxima como deveria, de manter contato, de saber  notícias, de sair de vez em quando, ou mesmo de mandar um scrap no Orkut ou uma mensagem no celular dizendo o quanto tenho saudades e como são importantes pra mim…

Porém, acho que quem opta por abandonar sumariamente os amigos de verdade, deveria fazer isso com honestidade…

Vocês sabem bem que sempre fui adepta da honestidade e verdade acima de tudo, e acho que se você não quer mais uma verdadeira amizade, deve conversar abertamente que não se sente mais à vontade com aquela pessoa, ou que sua vida não cabe mais os amigos de antes… (O que eu acho uma pena, pois amigos verdadeiros são cada vez mais raros. Mas é melhor que “enrolar” os outros!)

Forte demais pra ser dito?! Sinceramente eu não acho! Acredito que as velhas desculpas doem mais…

Sabe por quê?

Em um universo de 168 horas na semana (minha conta está certa?!) não é possível que a pessoa não tenha 5 minutos pra se lembrar de um grande amigo e dizer um “oi” por telefone… Não é possível…

E outra: Como que aquela pessoa que, em um passe de mágica, se tornou ocupadíssima, teve tempo pra te mandar o convite de casamento por terceiros, ou mesmo pelo correio, e agora “desocupou” e quer sair com você pra te entregar o convite do chá de panela dela?!

Como?

Por quê?

Por que uma amizade que estava “em coma”, esquecida em um passado não tão distante assim, na hora da entrega de um convite é tão considerada, tão lembrada?

Por que optar por mandar o convite de casamento por terceiros ou pelo correio? No universo das 168 horas da semana, não havia 2 horinhas pra ir à casa deste amigo entregar pessoalmente o convite?! Então, pra quê convidar?!

Pra quê brincar com sentimentos de pessoas amigas que sempre torceram e acreditaram na felicidade deste “amigo”? Por que simplesmente não ignorou ou deixou as coisas como estavam?

Por que a repentina saudade na hora da entrega do convite, se antes não tinha nem tempo pra um “Oi”?

Por quê?

Fico me perguntando…

Não vou hoje aconselhar, nem nada disso…  Quero ouvir (ou melhor, ler) o que vocês acham disso.

Quero saber de vocês o que fariam no meu lugar?!

Iriam ao casamento, fingindo que nada aconteceu e correndo o risco de ser ignorada mais uma vez ou simplesmente ignorariam, retribuindo o tratamento recebido durante todos esses meses?

A única coisa que vou dizer é: se você tem alguma chance de se enquadrar nesse caso que contei, fazendo o papel da amiga ocupada, repense suas atitudes…

Não é porque você vai casar, que todo o seu passado deve ser jogado em uma gaveta ou mesmo no lixo, juntamente com aquelas amizades… Aquelas que sempre torceram por você… E até mesmo torceram pra você ser feliz como você hoje está.

Vai vcasar? Agregue… Casamento é pra agregar amigos, famílias… E não pra ir apagando sumariamente suas relações, como quem arranca as páginas de um diário velho…

Não se esqueça dos amigos que sempre te deram a mão e te quiseram bem… Amigos são preciosidades que não devem ser desperdiçadas… E lembre-se o que você está fazendo com um amigo seu hoje, você pode sofrer em uma outra ocasião…

Não lembre dos seus amigos só na hora de fazer volume na igreja ou na mega recepção que você tá preparando às duras penas e em suaves prestações, pra Tia Cleide não comentar: “Nossa, que festa vazia, veio ninguém no casamento dela!”.

Amigos não são figurantes… Ou alguém que você recorre por algum interesse. Amizade necessita de presença, carinho, abraço e reconhecimento…

Não seja egoísta de pensar que as pessoas estarão ao seu dispor quando você bem entender, sem que você ao menos dê a elas um pouquinho de atenção que seja…

Pensem nisso!

Relembrando Mário Quintana, frase essa que sempre está na minha mente, eu termino esse post:  A amizade é um amor que nunca morre.”

E, procurando no Google, encontrei mais umas boas:

“Em vez de amar teus inimigos, trata teus amigos um pouco melhor.” – Ed Howe

“O amigo tem que ser como o dinheiro, que antes de necessitá-lo, sabe-se o valor que têm.” – Sócrates

“A amizade sempre é proveitosa, o amor às vezes é.” – Sêneca

“Só existe uma coisa melhor do que fazer novos amigos: conservar os velhos.” – Elmer G. Letterman

“Nunca é largo o caminho que conduz à casa de um amigo.” – Juvenal

e

“Não tenhas pressa de fazer novos amigos nem em abandonar aqueles que tens.” – Sólon

Bom é isso!

Espero os comentários.

Beijos a todos.

Com carinho,

Naná.