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Bye, bye… Oops! Surpresa!

21 jul

Olá, pessoal!

Bem que tentei voltar pra cá, mas tanta coisa mudou que resolvi migrar pra outro blog!

O endereço é: http://avidasegundonana.blogspot.com/

Espero vocês lá!

Com carinho,

Naná.

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Da série: “Pérolas do noivado”: Os maiores absurdos ditos a nós na procura por uma casa!

24 jul

(Post revisado – Lá onde eu estava o teclado estava ruim demais!)

Oi, gente!!!!!!

Como vão?!

Eu vou muito bem… Tenho novidades boas minhas segunda-feira!

Eu não deveria estar aqui onde estou, mas enfim!

Não vou revelar onde estou, senão levo bronca!

Já podem imaginar, né?!

Well… Contei pra vocês que conseguimos nossa carta de crédito?!

Sim, pelo programa “Minha Casa, Minha Vida” do Governo Federal.

Quem quiser se informar sobre, um bom site é esse aqui: http://www.caixa.gov.br/ clique em: “minha casa, minha vida”.

Ou então, você pode procurar diretamente uma agência da Caixa Econômica Federal e se informar melhor.

Bom, temos carta de crédito, mas não podemos morar embaixo de uma carta de crédito, logo… Temos que arrumar um lugar para morar.

Desafio: encontar uma casa ou apartamento de até R$ 72.000,00 e que não seja no “NEM” (que pra quem não sabe, aqui em Uberlândia, significa: “Nem em Uberlândia, nem em Araguari”, ou “Nem em Uberlândia, nem em Uberaba”, etc.. Serve pra demonstrar com um certo exagero o quão é longínqua uma determinada localidade). 

Como num passe de mágica (que nem é tão mágica assim, afinal isso se chama “especulação imobiliária”) tudo quanto é imóvel subiu vertiginosamente o preço e casinhas minúsculas com forro caindo aos pedaços (nem laje é) e circundadas com muro de placa, localizadas no meio do nada tão por R$60000,00.

Mas como somos brasileiros e  não desistimos nunca, lá fomos nós na nossa jornada, caçada, ou seja lá o que for, em busca de um lar.

Procuramos exaustivamente e nessas nossas andanças encontramos algumas figuras que soltaram pérolas memoráveis para a nossa galeria.

Uma delas (que não foi a primeira, mas que vira e mexe rimos muito com ela)  foi em uma construtora. Me digam: pra que servem as páginas amarelas de uma lista telefônica?

Até onde eu sei (dentre as inúmeras funções) é pra achar o telefone e o endereço de algo que você procura.

Foi o que eu fiz.

Fui lá em “construtoras” e anotei todos os telefones e endereços delas, para que eu e Dudu fôssemos ver se encontrávamos algo.

Chegamos à primeira.

Boa aparência externa, bem cara de construtora. Entramos. (Tá parecendo narração de filme de terror isso, né?! Vai vendo…) Aqueles alarmes de botique de bairro pra avisar quando alguém entra tocou. Eis que chega um senhor bem velhinho com uma cara meio assustada e, mantendo distância da gente perguntou o que queríamos. Dissemos que queríamos saber sobre construção de casa e eis que surge a pérola que merece dois pontos e aspas. Então vamos a ela:

“Não, aqui não é construtora mais não. Faliu.”

Daí, o Dudu perguntou:

“Mas ali tá escrito ‘construtora’… Tá na lista telefônica”…

E o velhinho medroso:

“Não, não… Nós não construímos já há 12 anos…”

Saímos de lá, segurando pra não rir… Poha, como assim?! Não constroem há 12 anos e têm anúncio na lista telefônica?! Engraçado, né?!

Também acho!

Outra nesse nível foi uma imobiliária que visitamos… E que… Não trabalha com venda nem aluguel de imóveis mais! E tava também na lista telefônica! Agora, me explica: O que faz uma imobiliária que não vende, nem compra, nem aluga?!

Eu não sei… Mas pelo menos o senhor de lá foi simpático com a gente…

Outra ótima foi também numa imobiliária. A mulher que nos atendeu era um protótipo mal feito de Kelly Key mascando chiclete constantemente, parecendo uma vaca ruminando.

Ela vendeu um condomínio que não estava pronto (a única coisa que se anda achando ultimamente nesse preço) em um dos “nens” da cidade.

As casas dele são coladas, ou seja, a sua parede é a parede do vizinho… E como eu sei que isso é um inferno, por experiência pessoal, eu disse:

“Mas isso é horrível, pois ninguém respeita, faz barulho e te incomoda!”

E ela *mascando chiclete com a boca aberta*:

“Não, mas lá o revestimento das paredes é importado… Fora que *ainda mascando* esse conceito de condomínio é usado na europa…”

E eu:

“É. Ele pode até ser usado na europa e funcionar lá, mas não funciona aqui, pois o que vemos é muita falta de educação e respeito ao direito do outro…”

E ela calou-se.

Agora me digam: por que corretor adora usar a palavra “conceito”? Pra tudo, mesmo pro que não se encaixa no que vem a ser “conceito”?!

E por que sempre se acredita que o que é bom na europa será bom aqui?! Hello… Conhece um negocinho chamado “diferença”?! E, outra: se tá usando os termos “importado” e “europeu” pra me impressionar… Me deu asco! Se algo não é bom à primeira vista, não vai ser uma ligação com algo europeu que vai melhorar as coisas.

Outra pérola é a forma como nos tratam por dois fatores: o valor da carta de crédito e a nossa aparência de “novinhos”… Não nos dão atenção e subestimam nossa capacidade de entendimento e discernimento. Uns nos tratam extremanente mal, outros querem vender aquilo que ninguém quer, e outros tantos nem nos dão atenção ou pedem preços exorbitantes em algo que não vale nem a metade do que é pedido.

Um conselho aos corretores que ainda não aprenderam a lidar com pessoas (Aos que nos trataram bem, agradeço):

Tratem indiscriminadamente TODOS os clientes BEM. Quem vê cara, não vê bolso…

Nunca subestime a capacidade de entendimento de ninguém.

Não julgue pela aparência, nem pela condição financeira. Mesmo que você adore vender pra rico, lembre-se: você provavelmente não é um deles…

Lembre-se: Não é porque uma pessoa tá com uma carta de crédito, que ela vai sair comprando qualquer coisa. São 20, 30 anos pra pagar…

E outra: NUNCA venda pros outros aquilo que você não venderia pra um filho seu. Estou falando sério… Não venda condomínios “furada”! Casas que não valem o que tão pedindo, imóveis velhos e condenados… Não façam isso…

Porque, assim como você precisa trabalhar, o trabalhador que vai lá na imobiliária te procurar pra comprar um imóvel certamente demorou a vida toda pra juntar aquele dinheiro e vai depositar toda a confiança que tem em você. Não desperdiçe algo tão valioso como a confiança… Seu nome pode ir pra lama em virtude disso.

Ainda estou em busca de nosso “lar, doce lar” e tenho fé que acharemos!

 Contamos com a torcida de voces!

Bom, galera, é isso!

Acho que não aparecerei no fim de semana, pois to precisando ler e dormir (não necessariamente nessa ordem!)

Agradeço desde já o carinho de todos conosco e assim que puder, respoderei os comentários.

Beijos,

com carinho,

Naná.

Não tem preço (parte 2)

23 jan

Olá, queridos!

Encontrei uma imagem que materializa exatamente o que eu penso sobre festa de casamento (se esta saísse do meu bolso, claro)!

Lembra da prima Walkíria mucho loca que eu contei? ( Se não, leia aqui)

Veja a imagem:

Prima Walkiria perdendo a dignidade!

Prima Walkíria perdendo a dignidade!

A roupitcha que ela usou na festa e o presentinho furreca que ela te deu podem até ter preço…

Mas o vexame que ela deu na festa que você preparou com tanto carinho durante meses… Ah, isso não tem preço!

Pensem nisso e uma ótima semana pra todos!

Beijos,

Com carinho,

Naná.

Pérolas do Noivado – Parte 1

21 jan

Segue, abaixo, um compêndio com os maiores absurdos que ouvimos nos últimos meses sobre o nosso noivado.

Sinceramente, nunca imaginei que uma ocasião tão fofa fosse render tanta asneira, mas novamente tenho que concordar com a filósofa Eliana de que “Tudo é Possível” meeesmo.

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“__ E aí tá namorando ainda?

__ Sim, claro. A gente vai se casar!

__ Hã?! Como assim?

__ Ué, não viu a aliança?

__ Achei que fosse, sei lá, de compromisso…

Garota (que se dizia nossa amiga nos tempos de colegial) surpresa com o noivado.

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“Pelo amor de Deus, não casem antes de mim!”

Frase de amiga minha da época de faculdade, com casamento marcado para junho .

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“Toma essa cafeteira de presente. Só usei uma vez, tá novinha!”

Avó do Dudu repleta de escorpiões no bolso.

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“Você tá grávida?

Invejoso quando soube que estava noiva.

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“A mãe do Dudu tem que fechar o fundo da casa dela e fazer uma casinha pra vocês. Foi assim que eu fiz pra minha filha lá em casa!”

Parente do Dudu sobre moradia.

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” ‘Um’ mais ‘dois’, ‘três’, mais ‘quatro’, ‘sete’.”

Corretor do consórcio sobre o sorteio.

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Bom, por enquanto é isso.

Abraços,

Com carinho.

Naná.

A numerologia do Consórcio

20 jan

Olá, meus queridos!

Já que o Dudu está meio ausente do blog (isso é um puxão de orelha, meu anjinho! heheheheheh) resolvi relatar um fato que aconteceu conosco ano passado, quando ainda nem estávamos noivos, mas já buscávamos uma decisão sobre onde morar.

Temos ótimas histórias sobre isso, mas nenhuma supera a do consórcio. A princípio adoramos as parcelas e a possibilidade de obter o montante para a compra da casa sendo contemplado a qualquer momento. (Isso tudo pode parecer meio óbvio, mas é que eu nunca tinha procurado formas de comprar uma casa, tudo pra mim é bem novo, sacou?!)

Então, o Dudu pegou o contrato, trouxe pra eu ler e eu não entendi metade! Ok, eu fiz Letras, sou da Lingüística e é por isso mesmo que não entendi! Achei várias lacunas, várias questões sem resposta unidas à frases mal feitas, de sentido dúbio ou incompleto.

Para satisfazermos todas as nossas dúvidas, fomos a quem era de direito: o vendedor do consórcio. Ele sim certamente entenderia todo aquele contrato de cabo a rabo! Burra era eu que não sabia ler um contrato. Será?!

Comecei meu interrogatório. Prazos, reajustes, garantias… O cara foi bombardeado por questões minhas e do Dudu e foi ficando nervoso, pois nem ele havia entendido o contrato! Pode uma coisa dessas?! Sim, claro!

Como dizia a filófosa Eliana…

tudoepossivel

Mas nada foi mais incrível do que a resposta que o cidadão deu quando Dudu perguntou sobre o número que é sorteado pela loteria federal e o número de cada consorciado. (Resumindo: ele queria saber como, qual era o processo que, pelo número da loteria federal, chegavam ao número de 3 algarismos dado a cada consorciado).

O cara teve a capacidade de dizer o seguinte:

__ É fácil! Vou pegar o número do consórcio que eu pago como exemplo. Tá aqui, oh! 124. É só somar: (juro que ele disse exatamente): “Um mais dois, três, mais quatro, sete! Pronto, chegou ao número!”

É impressão minha ou o cara fez a numerologia do número do consórcio?! Achei que estava delirando, mas foi exatamente isso que ele fez! Tentou explicar com a numerologia! Fantástico!

Acho que se eu quisesse fazer a numerologia do referido número, procuraria uma pessoa mais [ironia]idônea[/ironia]. Que tal ele?

Walter Mercado

Walter Mercado

Resultado: Vamos pro aluguel mesmo. Por enquanto é o melhor a se fazer, no nosso caso! Ficamos com medo do consórcio depois disso, afinal, se um cara tenta fazer a numerologia do número do consorciado, o que seria capaz de fazer com o valor das parcelas e o saldo devedor?! Meeeedo!

Ah, se alguém souber como, afinal, se dá o sorteio do consórcio e como se chega ao número, nos conte!

Beijos.

Com carinho,

Naná.

Não tem preço!

19 jan

Olá!

Ontem vi cenas que me chamaram muito a atenção. (E que comprovam todas as minhas teorias sobre presentes ganhados em chás de cozinha e casamentos).

Estava eu andando por uma loja daqui de minha cidade que é especializada em presentes de casamento, artigos chá de cozinha e itens de casa. Lógico… Eu estava comprando coisas da minha lista de chá de cozinha, afinal, como eu já disse, eu não farei tal evento, por achar que só me darão coisas baratas, repetidas e que não são do meu gosto.

Ok, pra todo mundo que eu falo os motivos de não fazer festa de casamento e chá de cozinha, recebo um olhar estarrecido e indignado, seguido de uma frase: “Ah, não fale assim, você tá exagerando”.

Já estava até me convencendo de que eu estava sendo radical demais, quando presenciei as cenas que descreverei agora.

Cena 1: O presente de casamento.

Olhando itens de minha lista, deparei-me com uma senhora que, ao buscar presentes de casamento, encontrou nos itens de promoção, um jogo de sobremesa como este:

026263a1

Ela perguntou ao vendedor:

__ Quanto é este jogo?

E ele disse:

__ É 10,90, minha senhora.
(Também achei absurdamente barato, logo, comprei na semana anterior, assim que eles colocaram na promoção! haha!).

A mulher olhou animadamente o conjunto, afinal quem não quer achar um presente de casamento por 10,90?! Pois é, mas sua animação foi logo substituída pela reflexão e ela disse:

__ Ah… Mas todo mundo dá isso como presente de casamento…

Olhou novamente o preço, ignorou o senso comum e resolveu levar. Aha!!!!! Tia Cleide detected! (Quem não conhece a tia Cleide, favor, ler aqui ) Eu estava certa! Coitadas das noivas deste mês… Quantos jogos de sobremesa ganharão hein?!

Cerimônia e festa de casamento pagas pela noiva: alguns mil reais

Conjunto de sobremesa dado por seu convidado: 10,90

Ir à festa, levar 4 pessoas, beber e comer a noite toda por sua conta, minha cara noiva, dando um presentinho bem barato: Não tem preço!

Cena 2: O presente do chá de cozinha (a volta do conjunto de sobremesa)

Em mais uma de minhas andanças pela loja (no mesmo dia!) encontei um casal que procurava presentes para um chá de cozinha.

Eles optaram por um conjunto de sobremesa (nossa, espero que não sejam mais criativos por falta de grana!) mais ou menos parecido com esse:

70050_010Porém, não vinham naquela caixa imponente com a foto do jogo estampada e nem tinha as colherinhas. Eram dispostos numa espécie de fardo, igual a de embalagem de conjunto de copo vagabundo vendido no Carrefour.

[ironia]Lindo presente! Precisa nem de embrulho![/ironia]

Confesso que não olhei o preço, mas era bem baratinho! Pude constatar isso quando o moço disse à moça que o acompanhava:

__ Meu bem, quer ver as bandejas em vez de levar isso?

E ela rispidamente disse:

__ Ah, bandeja é caro! Leva isso mesmo que tá bom demais!

Aha!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Quem afirmou que eu estava exagerando quando falei que a gente só recebe presente barato, agora, por favor retira o que disse?

Chá de cozinha organizado pela noiva e pela mãe: sei lá, uns 200 reais.

Jogo de sobremesa com a embalagem feia: sei lá, uns 12 reais.

Se livrar do compromisso de ir a um chá de cozinha dando qualquer coisa de 12 reais: Não tem preço!

Resumindo…

Gastos com a preparação do meu chá de cozinha: ZERO (afinal, não farei!)


O que eu gastei até agora com os itens do chá de cozinha: uns 130 reais.

A alegria de ver que tudo que teremos nossa casa foi comprado por nós, do nosso gosto: Não tem preço!

Se existem coisas que o dinheiro não compra, as que dão pra comprar, compre com o seu dinheiro! Garanto, você não irá se arrepender!

Beijos,

Com carinho,

Naná.


(In)utilidades

10 jan

Meu primeiro contato com o conceito de “noiva”, foi bastante involuntário. Não sei ao certo quando foi, não me lembro direito, acho que foi com 15 anos. Enfim, foi em alguma dessas datas que dizem serem importantes na vida de uma pessoa: 18 anos, ou quando se entra na faculdade, sei lá. Só sei que não foi quando saí da facul, pois isso não faz tanto tempo assim e eu me lembraria. (Bom, de acordo com minhas contas… Foi de 15 anos mesmo!).

O fato é que na tal data, ganhei de uma tia (que não é a tia Cleide, porque essa fingiu que havia esquecido meu aniversário e só me deu os parabéns no ano seguinte), um presente um tanto quanto pitoresco: algumas toalhas. Não me lembro quantas, mas o que mais me marcou foi que algumas eram toalhas de lavabo. Havia um bilhete junto ao presente que dizia que aquelas eram as primeiras peças do meu enxoval. No dia, eu achei o presente “nada a ver”, afinal certamente naquela época eu queria ganhar um All Star novo, uma calça, uma blusa de moletom “Hard Rock Cafe”, um CD do Hanson, um celular Gradiente Strike (que, por acaso, ganhei aos 15 anos), qualquer coisa, menos toalhas para lavabo. E outra: enxoval? “O que é isso?”, “Enxoval não é coisa que mãe faz pra recém-nascido?!”. “Noiva? Eu? Só se fosse do (na época, ator estreante) Reynaldo Gianecchini”…

Lá se vão quase 10 anos depois do ocorrido e meu aniversário de 24 anos se aproxima. Muita coisa mudou. Eu mudei. Não estou mais no primeiro ano, faço mestrado. Troquei o All Star pelo salto alto e ouço Hanson raramente, ainda gosto de um bom jeans, mas abandonei os moletons e estou feliz com o meu (detonado) Samsung X660. Eu estou noiva de alguém de carne e osso que amo, admiro e respeito e nem curto mais o Gianecchini (que tive que recorrer ao Google pra lembrar como escreve o nome dele, que em 2000, eu sabia). Enxoval? Agora sei tudo sobre ele. Cada preço e cada item dessa lista. Sei que colchões D33 têm altura de 30 centímetros (o que leva os jogos de cama de 4 peças a se tornarem mais caros), que quanto mais Poliéster o lençol tiver, mais bolinhas ele irá adquirir com as lavagens, que lençol bom mesmo é 100% algodão e que as dimensões de uma fronha são de 50 X 70 cm.

Entretanto, continuo não encontrando utilidade para as toalhinhas de lavabo. Isso porque, creio que eu não terei um lavabo antes dos 40 anos. Minha mãe não tem um desses em casa até hoje e vive muito bem. E eu, recém-casada indo morar em um compacto apartamento, acredito que o mesmo não tenha lavabo. Poderiam ser panos de pia, pois pia tem em qualquer lugar, poderiam ser lençóis, pois cama, também se tem em qualquer lugar… Mas não. Ganhei peças para um cômodo que só depois que minha renda familiar ultrapassar os 3500 reais, poderei almejar ter: um lavabo. É um presente útil. Para quem tem um lavabo. No meu caso, foi dado com uma certa antecedência: 25 anos.

As famigeradas toalhas estão guardadas. Se o que vale é a intenção, ela estará perdoada para os próximos 16 anos. Espero um dia ainda usá-las. Quem sabe, né?!

Beijos,

Naná