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Quer lembrancinhas em Biscuit?

27 fev

 

Olá, pessoal!

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Espero todos lá!

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A vida, segundo Naná Dorough.

8 jan


Olá, meus amores!!!!!

Eu sei que há muito, muito tempo não apareço, mas voltei.

Muita coisa aconteceu nestes 2 anos, mas a minha relação com Dudu é, graças a Deus, muito feliz e abençoada!

Por diversas razões, resolvi falar. Voltar a falar.
E é por isso que convido vocês ao meu novo endereço na web:

A vida, segundo Naná Dorough.

É só clicar!

Aguardo todos vocês lá.

Com carinho,

Naná.

Papo OFF: Coisas sobre a Índia que você não irá aprender em “Caminho das Índias” (parte I)

14 mar

Oi, meu povo!

Que eu tenho uma certa birra com a novela das 8 todo mundo já notou! (Até porque não falo questão nenhuma de esconder)!

 Nem ando vendo todos os capítulos! Sei lá, às vezes acho a bizarrice despretenciosa dos Mutantes da Record mais honesta que a tentativa de fidelidade à cultura indiana pregada pela novela da Globo.

Acho que é por isso que sempre gostei de novelas mexicanas. São novelas que tem noção do esteriótipo de “bregas” e de enredo sempre igual e que não fazem questão nenhuma de mudar isso. São honestas com a sua condição.

Já as da Globo, são as “bregas metidas a chique”. E isso me irrita profundamente!

Sempre tem uma que engravida sem casar, uma que rouba marido da outra, um corno (ou mais) uma prostituta (ou mais), uma criança-prodígio que faz papel de órfã de mãe ou de pai, dentre outras “historinhas água com açúcar”! Quer coisa mais mexicana que isso?!

Não vejo diferença. Ou melhor: vejo. As Mexicanas são dubladas, as da Globo não!

Não busco encontrar em novelas uma narrativa clássica. (Até porque Dudu me deu “Histórias Extraordinárias” de Edgar Allan Poe, que dispensa comentários).

Busco encontrar (sim) algo honesto. Honesto com a sua condição de “entretenimento de povão” e que não queira pagar de “narrativa épica”, como é o que a Globo insiste em fazer com as suas novelas.

Já notou que as novelas que se passam no meio rural são sempre a mesma coisa? Um casal que se ama e não pode ficar junto por algum motivo e no final este motivo cessa e eles casam e tem filhos.

Paraíso, Cabocla e as demais “rurais” das 18h são praticamente a “saga” das Marias vivda por Thalia (Maria do Bairro, Marimar, Maria Mercedez, etc.): mesmo enredo, mudando apenas personagens e espaço. No caso das da Globo, nem o espaço!

Por isso minha implicância com novelas globais e saudade das mexicanas…

Bom, mas não foi pra isso que vim aqui!

Recebi um texto sobre um documentário de psicanálise que vimos na aula do mestrado e ele trazia uma informação muito interessante que quero passar pra vocês. É sobre a Índia e provavelmente a Glória Perez não transmitirá na novela. Afinal, isso não é “tema social atual”, nem manipulação de cultura!

Veja só:

“O zero como signo só foi inventado muito mais tarde, pelos indianos, por volta do século VI da nossa era, ou seja, há somente 1000 e tantos anos.

Isso foi possível porque os indianos assimilaram ao mesmo sistema númerico ao menos duas conquistas que haviam preparado o terreno: a base 10 e o sistema de notação posicional.

Entre os sumérios e os babilônios a base era 60. A base 10 já era conhecida pelos chineses e parece ter sido criada por volta de 200 a.C.

O problema de contagem de grandes magnitudes inviabilizava o acúmulo de traços (já pensou escrever alguns bilhões de anos-luz?). Uma solução para isso foi o sistema de notação a partir da posição ocupada pelo número, tal como o utlizamos hoje, com as ‘casas’ da unidade, dezena etc., isto é, estabelece-se a casa decimal e sua orientação de cresciemento ou diminuição na ordem de grandeza oscilando no eixo da escrita.

Havia ainda um outro problema: como falar da ausência de alguma posição para exprimir um número? Por exemplo, como distinguir 31 e 301? Ou 31 e 3000000001? Foi nesse momento que os indianos passaram a utilizar a palavra ‘vazio’ (sunya) e assim estabeleceram o zero como número. Nesse exemplo, 301 poderá então ser escrito pois designa 1 unidade, 0 dezenas e 3 centenas. Obviedade não? Séculos de escuridão e mecanismos altamente trabalhosos para se chegar até ela…”

(In: A função do vazio – Maria Lúcia Homem)

Bom é isso!

Sabe de alguma coisa sobre a Índia que não passará na novela?! Envie para nós que publicaremos!

Abraços,

Com carinho,

Naná.

 

 

 

 

Queremos saber sua opinião!

3 fev