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A vida, segundo Naná Dorough.

8 jan


Olá, meus amores!!!!!

Eu sei que há muito, muito tempo não apareço, mas voltei.

Muita coisa aconteceu nestes 2 anos, mas a minha relação com Dudu é, graças a Deus, muito feliz e abençoada!

Por diversas razões, resolvi falar. Voltar a falar.
E é por isso que convido vocês ao meu novo endereço na web:

A vida, segundo Naná Dorough.

É só clicar!

Aguardo todos vocês lá.

Com carinho,

Naná.

Chiquérrimos: Entrevista minha sobre o blog publicada no “Desencalhamos”

25 mar

Oi, gente!!!!

 

Na boa, tô me achando a última gotinha de protetor solar no deserto!!

Olha que chique!!!!

 

Já fomos até entrevistados pelo blog Desencalhamos!!!!

Clique na imagem e veja a entrevista completa!!!

Clique na imagem e veja a entrevista completa!!!

 

Só temos a agradecer a honra da entrevista e dizer que, assim como dizia a canção, estamos aí pro que der e vier!!!!!!

Nosso contato é: duduenana@gmail.com e é sempre um prazer trocar idéias com os outros blogs pra dividir experiências!

 

Temos também que agradecer vocês que visitam sempre e que promovem o blog!

Já disse, mas ratifico: Adoro ler tudo o que vocês, caros leitores, escrevem!

 

Beijocas!

 

Com carinho,

 

Naná

Já se inscreveu na nossa promoção?!

24 mar

Oi, meus queridos!!!!!

Passei só pra lembrar que a promoção: “Nossa história vale um post” continua e vai até dia 21/04/09!!!

 

Já estamos lendo algumas histórias e esperando a sua!!!!!

 

Maiores detalhes no link: https://ahquandocasarpassa.wordpress.com/2009/03/20/promocao-nossa-historia-vale-um-post/

 

Não deixe de participar!!!!!!!!!

Papo ON/OFF – Backstreet Boys na minha vida.

22 mar

Oi, gente!

Assim, o papo de hoje é interdiscursivo, se é que posso chamar assim.

Tenho pra mim que ninguém conhece alguém na balada ontem a noite e quando é hoje de manhã vai lá no cartório e se casa. (Se alguém por acaso fez isso, me manda um e-mail contando como foi que já tá concorrendo à nossa promoção!)

Bom, voltando. Todo mundo até resolver por casar tem uma looooooooonga história de amor e até de encontros e desencontros pela frente, né verdade?!

Resolvi refletir sobre uma parte da minha que envolve adivinha quem?!

Sim, sim: Nick, (na época) Kevin, Brian, AJ e Howie D. *gritos histéricos meus para o último nome mencionad0*.

Os Backstreet Boys…

Posso voltar aos meus 16 anos?! Ahhhhhhhhhhhhhhh!!!!! Amo essa foto, tenho o poster enooooorme dela!!! Morro de ver as coxas do Kevão!!!!!!!!!!

Posso voltar aos meus 16 anos?! Ahhhhhhhhhhhhhhh!!!!! Amo essa foto, tenho o poster enooooorme dela!!! Morro de ver as coxas do Kevão!!!!!!!!!!

Já que eu já confessei que ouço Cidia e Dan escondido, que que tem eu confessar que ah: desde 2000 até hoje eu AMO Backsteet Boys!
Pronto falei!
Como teve show deles no começo do mês e infelizmente não pude ir, afinal moro no interior do Brasil e tenho uma vida acadêmica pra cumprir, acho que nada mais justo do que prestar a minha homenagem a eles aqui no blog, expressando por meio de minhas palavras como eles fizeram e fazem parte da minha história de vida e sobretudo com o Dudu.

Relacionamentos não têm sempre uma “trilha sonora”?! BSB tá na nossa!

Basicamente 1 música marcou demais a gente. Chama-se “More Than That” e quem não conhece, o clipe é este:

Bom, nosso primeira idéia de paquerinha surgiu com um p*** mal entendido ocorrido com essa música *hoje, santo mal entendido!*

Isso lá em meados de 2001… Dois adolescentes de 16 anos, do 2º ano do Ensino Médio, nerds, cheios de dúvidas e sonhos e que estudavam que nem uns condenados pra entrarem na Federal.

Eu, apaixonada pelos Backstreet Boys… e pelo Dudu! E ele… Com o saco cheio de me ouvir falando de Backstreet Boys e… apenas querendo minha amizade!

Naquela época os tempos eram outros… Bons tempos!

A gente comprava poster, CD, DVD, Revista Capricho… Juntava dinheiro,  batia ponto na banca depois da aula só pra ver se tinha algo de nossos ídolos nas revistas.

Não havia Orkut, MSN, câmera digital e internet eram coisas de poucos… e pra poucos.

Não se baixava arquivos, nem se salvava fotos com o simples toque no botão direito do mouse.

Trocávamos fotos, comprávamos coisas.

Era tudo material e não “virtual” como hoje!

Amigos passavam bilhetes e escreviam cartinhas, não mandavam scrap.

Fotos demoravam a ser reveladas e nem sempre ficavam boas…

Photoshop era coisa de Revista Playboy não de computador doméstico.

Celular era Gradiente e tinha composer pra compor toques personalizados que mais pareciam música daquelas “caixinhas de música”, mas que exibíamos orgulhosos aos colegas.

Chique era ter discman e ouvir o mesmo cd mil vezes…

Não havia mp’s nem toda essa facilidade de hoje…

A juventude sonhava, acreditava, amava lutava mais por algo por mais tempo… Hoje, tudo muda de um dia pro outro!

É…

Foi esse tempo bom que não volta mais que desenhou a minha adolescência.

Eu tinha mania de mandar por carta letras de músicas que eu gostava para os meus amigos, como uma forma de eles sempre se lembrarem de mim ao ouvi-las.

Foi com uma cartinha dessas que mandei a letra de “More Than That” pro Dudu numa boa…

Só que eu não imaginei que ele ia contar pras minhas amigas e pra mim (depois) que tava achando que o envio daquela letra tinha “segundas intenções”…

Eu enviei na boa, sem intenção de paquera, mas oh os Backtreet Boys dando um empurrãozinho sem saber…

Baby, you deserve much better
What’s the use in holding on
Don’t you see it’s now or never
‘Cause I just can’t be friends…”

Traduzindo a canção toda:

http://letras.terra.com.br/backstreet-boys/80925/

E neste lapso meu… (Se é que posso chamar de lapso) que essa música ficou marcada até hoje como uma de nossas canções, pois foi o primeiro passo para começarmos a namorar.

Não foi depois da cartinha que começamos o namoro, mas foi a partir dessa música que tudo ficou mais forte, inclusive nossos sentimentos… Nos recorremos a esta letra muitas e muitas vezes em nosso namoro pra remeter a momentos bons e resolver os ruins… E esta música, aparentemente tão simples, é para nós carregada de significações em cada verso que nos remete a quase 10 anos de convivência e amor…

Acho que se for pra resumir nosso amor em uma frase seria “I will love you more than that”, pois, a cada dia nos amamos mais, de uma forma mais madura e plena.

Então, pra quem acha que Backstreet Boys é coisa de adolescente do passado, saiba que uma história de amor muito especial foi embalada por uma simples letra de música, simples e especial como nosso relacionamento.

E vocês? Qual é a música do casal?! Conte-me!

Beijos,

Com carinho

Naná.

P.S.: E como diria o Howie: “KEEP THE BACKSTREET PRIDE ALIVE!”



Promoção – “Nossa história vale um post!”

20 mar

Oi, meu povo!

Ando realmente numa maré de coisas chatas acontecendo, mas rezei pra São José ontem e ele há de me ajudar! heheheh!

Bom, como eu AMO ler tudo que vocês escrevem pra nós, sempre fico na expectativa de ter comentários e e-mails novos!

Uns inclusive me inspiram a fazer posts e um em especial me deu uma idéia:

Ana e Rogério, ameeeei o poste de vocês!!!!! Saber que nosso blog motivou vocês é simplesmente MARA!

Ana e Rogério, ameeeei o poste de vocês!!!!! Saber que nosso blog motivou vocês é simplesmente MARA!

Declaro aberta a promoção: “Nossa história vale um post!”
Já que vocês contam tantas coisas fofas pra gente, envie pra nós somente para o e-mail: duduenana@gmail.com (não vai valer quem mandar pro comentário) a sua história de amor (verdadeira, por favor!) com seu amado(a).

Ela é linda?! Surpreendente?! Engraçada?! Comovente?! (Oh, rimou!heheh)
Ela vale ser publicada em um post inteirinho para ela?!
Então envie para nós um e-mail contando detalhadamente toda a história de amor de vocês que culminou em noivado, casamento ou mesmo “ajuntamento”! (Rimou de novo!)

Mas, ATENÇÃO!!!!!
Algumas regrinhas sempre cabem nessas horas, né?!
Vamos a elas?!
Leia, são importantíssimas!
  • O período de envio das histórias é de hoje (20/03) até 21/04, improrrogáveis. Ainda não sei quando sairá o resultado, pois tenho uma vida acadêmica bem atribulada pra resolver…heheheheh
  • Lembrando que a comissão julgadora sou eu e meu noivo/marido/amor da minha vida Dudu.
  • Envie a história no próprio corpo do e-mail, nada de anexos, pois não abriremos, ok?!
  • Não há número máximo de linhas… Se o amor não tem limites, quem sou eu pra determinar quantidade de linhas para a história de vocês, hein?!
  • Serão aceitas as histórias de amor em que o casal  atualmente está:

-noivo,

-casado,
-mora junto ou está se preparando para morar (Afinal, já diziam os mais velhos: “Amigado com fé, casado é!”).
  • Só namoro não vai valer não… Até porque nosso blog é sobre casamentos…
  • Ah! Não temos nenhum preconceito sexual. Você que é homossexual e tem uma bonita história de amor que culminou no “juntar escovas de dentes” com seu companheiro(a), envie-nos pois será lida com muito carinho e participará da seleção. Aqui a gente preza o amor e amor não tem nada a ver com preconceito!
  • Queremos histórias DE AMOR! Não me venha com sacanagem, pornografia, palavrões, histórias de mulher que tomou marido da outra (e vice-versa), história de amante, relatos de qualquer prática ilegal ou imoral que seja que NÓS NÃO LEREMOS!!! ONDE FOR DETECTADO O RELATO PARAREMOS DE LER E O E-MAIL SERÁ EXCLUÍDO, NÃO PARTICIPANDO DA SELEÇÃO.
  • Queremos histórias em que o casal ESTEJA JUNTO ATUALMENTE! Não me venha com história de passado, de casamento ou noivado que acabou nem com esses papos de “volta pra mim” que não será nem lido até o final… Manda pro programa da Márcia, porque aqui não é lugar disso, ok?!
  • Ao enviar o e-mail, envie-nos de um endereço que VOCÊS COSTUMEM ABRIR, pois poderemos enviar alguma pergunta ou mesmo comentário e se não obtivermos resposta, a história de vocês será desclassificada. Pode nos dar o e-mail passoal sem problemas! Ele se manterá em sigilo e não faremos dele um alvo de spam, fique tranquilo!
  • Ainda sobre o e-mail, envie como título: Promoção – História de ________ e ________. Ah, dê um título a sua história! Se ela for a escolhida, será o título do post.
  • Quanto à premiação… Então, nossa intenção não é premiar, até porque não contamos com nenhum tipo de patrocínio, logo…
  • As 5 melhores histórias de amor serão publicadas INTEGRALMENTE no blog em um post só pra ela.
Por enquanto a premiação será essa. De todo jeito as 5 melhores serão publicadas aqui no blog. UMA EM CADA POST.
  • Dependendo das histórias que nós lermos, veremos se aumentará o número de histórias contempladas e se haverá outra premiação, porém, NÃO CONTEM COM ISSO! QUEM FOR SE ESCREVER, CONTE SÓ COM A POSSIBILIDADE DA PUBLICAÇÃO DO POST NO BLOG.
  • Ou seja, quem for mandar, fique ciente de que a história poderá ser publicada no blog, pois essa é a premiação para as melhores histórias. Não quer ter a sua história publicada, então nem envie!
  • Para os autores das histórias escolhidas, nós avisaremos por e-mail. Se o e-mail que enviamos não for repondido em 3 dias contando do dia que foi enviado, a história será desclassificada!

  • Sobre a vontade de publicação de possíveis fotos no post, não se preocupe em enviar no e-mail. Se a sua história for selecionada, entraremos em contato e você poderá decidir se enviará alguma tipo de imagem ou não.
  • O post será integralmente publicado. Entretanto, qualquer errinho de ortografia ou mesmo de digitação pode vir a ser corrigido por mim.
  • Sobre isso ainda, se eu e o Dudu lermos a história e ambos não entenderem (Lê-se: “história mal redigida, ‘sem pé nem cabeça!’ “), ela será desclassificada.
  • Qualquer alteração será avisada aqui no blog.
  • Dúvidas, envie-nos por comentário, porque aí todo mundo vê e fica mais fácil de responder.
Eu e Dudu estamos à espera das histórias.
Beijos a todos,
Com carinho,
Naná.

Papo OFF: Coisas sobre a Índia que você não irá aprender em “Caminho das Índias” (parte I)

14 mar

Oi, meu povo!

Que eu tenho uma certa birra com a novela das 8 todo mundo já notou! (Até porque não falo questão nenhuma de esconder)!

 Nem ando vendo todos os capítulos! Sei lá, às vezes acho a bizarrice despretenciosa dos Mutantes da Record mais honesta que a tentativa de fidelidade à cultura indiana pregada pela novela da Globo.

Acho que é por isso que sempre gostei de novelas mexicanas. São novelas que tem noção do esteriótipo de “bregas” e de enredo sempre igual e que não fazem questão nenhuma de mudar isso. São honestas com a sua condição.

Já as da Globo, são as “bregas metidas a chique”. E isso me irrita profundamente!

Sempre tem uma que engravida sem casar, uma que rouba marido da outra, um corno (ou mais) uma prostituta (ou mais), uma criança-prodígio que faz papel de órfã de mãe ou de pai, dentre outras “historinhas água com açúcar”! Quer coisa mais mexicana que isso?!

Não vejo diferença. Ou melhor: vejo. As Mexicanas são dubladas, as da Globo não!

Não busco encontrar em novelas uma narrativa clássica. (Até porque Dudu me deu “Histórias Extraordinárias” de Edgar Allan Poe, que dispensa comentários).

Busco encontrar (sim) algo honesto. Honesto com a sua condição de “entretenimento de povão” e que não queira pagar de “narrativa épica”, como é o que a Globo insiste em fazer com as suas novelas.

Já notou que as novelas que se passam no meio rural são sempre a mesma coisa? Um casal que se ama e não pode ficar junto por algum motivo e no final este motivo cessa e eles casam e tem filhos.

Paraíso, Cabocla e as demais “rurais” das 18h são praticamente a “saga” das Marias vivda por Thalia (Maria do Bairro, Marimar, Maria Mercedez, etc.): mesmo enredo, mudando apenas personagens e espaço. No caso das da Globo, nem o espaço!

Por isso minha implicância com novelas globais e saudade das mexicanas…

Bom, mas não foi pra isso que vim aqui!

Recebi um texto sobre um documentário de psicanálise que vimos na aula do mestrado e ele trazia uma informação muito interessante que quero passar pra vocês. É sobre a Índia e provavelmente a Glória Perez não transmitirá na novela. Afinal, isso não é “tema social atual”, nem manipulação de cultura!

Veja só:

“O zero como signo só foi inventado muito mais tarde, pelos indianos, por volta do século VI da nossa era, ou seja, há somente 1000 e tantos anos.

Isso foi possível porque os indianos assimilaram ao mesmo sistema númerico ao menos duas conquistas que haviam preparado o terreno: a base 10 e o sistema de notação posicional.

Entre os sumérios e os babilônios a base era 60. A base 10 já era conhecida pelos chineses e parece ter sido criada por volta de 200 a.C.

O problema de contagem de grandes magnitudes inviabilizava o acúmulo de traços (já pensou escrever alguns bilhões de anos-luz?). Uma solução para isso foi o sistema de notação a partir da posição ocupada pelo número, tal como o utlizamos hoje, com as ‘casas’ da unidade, dezena etc., isto é, estabelece-se a casa decimal e sua orientação de cresciemento ou diminuição na ordem de grandeza oscilando no eixo da escrita.

Havia ainda um outro problema: como falar da ausência de alguma posição para exprimir um número? Por exemplo, como distinguir 31 e 301? Ou 31 e 3000000001? Foi nesse momento que os indianos passaram a utilizar a palavra ‘vazio’ (sunya) e assim estabeleceram o zero como número. Nesse exemplo, 301 poderá então ser escrito pois designa 1 unidade, 0 dezenas e 3 centenas. Obviedade não? Séculos de escuridão e mecanismos altamente trabalhosos para se chegar até ela…”

(In: A função do vazio – Maria Lúcia Homem)

Bom é isso!

Sabe de alguma coisa sobre a Índia que não passará na novela?! Envie para nós que publicaremos!

Abraços,

Com carinho,

Naná.

 

 

 

 

Oh nóis aqui traveiz!

14 mar

Oi, meu povo lindo!

Quanto tempo!

Nossa, são tantas coisas a dizer que nem sei por onde começo!

Desde o meu níver as coisas andavam TENSAS! heheheheh

Mas depois faço um post a respeito!

O fato é que o mestrado começou com tudo! Tenho que coletar depoimentos de alunos que saíram de uma disciplina chamada “Prática de Ensino de Literatura” e tô com a cabeça cheia de coisas pra fazer e pensar!

São milhões de textos pra ler, esses depoimentos pra coletar, etc., etc., etc….

Mas estou de volta! Aos pouquinhos vou colocando a vida nos eixos!

Quero agradecer imensamente o carinho de vocês e dizer que, mesmo não obtendo o apoio que queríamos “do povo real”, vocês do “mundo virtual” suprem todo o carinho e amizade que precisamos!

 

Valeu mesmo!

 

Bom, pre não perder o costume, vou deixar um papinho off e, se der tempo hoje, coloco um papinho entre nós noivinhas, certo?!

 

Beijos!

 

Com carinho,

 

Naná!