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Casaremos dia 11/11/2009!

1 nov

Olá, pessoal!

Tudo bem com vocês?

Pegos de surpresa com o título do post? Hehehe! Pois é isso mesmo! Vamos nos casar daqui a 10 dias!

Vocês devem ter percebido que o blog não estava sendo atualizado com a mesma frequência de antes, mas não nos esquecemos de vocês, queridos leitores e amigos do blog.

Na verdade, estamos completamente ocupados desde que marcamos a data, para arrumarmos tudo até o dia, e realmente é uma correria, Deus nos ajude, porque infelizmente não podemos parar para nos dedicarmos somente aos preparativos, pois a vida não para e ainda temos empregos e estudos para cuidarmos, mas temos conseguido do nosso jeito.

Apesar das questões que surgem no caminho para resolvermos, estamos muito felizes em ver a realização dos nossos sonhos e planos, pois melhor que sonharmos é realizarmos.

Quando voltarmos da lua de mel e a vida estiver nos eixos, voltaremos a postar no blog, em uma nova versão, pois já seremos CASADOS! Como fala a Naná: Nhaaaaaaaaaaa!

Agradecemos o carinho de sempre, pois mesmo sem atualizações continuamos com um número grande de acessos, ficamos lisonjeados.

Então é isso.

Até mais, pessoal!

Beijos, Dudu.

Etiqueta para casamento: Casou? Não deixe por isso de preservar as amizades!

8 jun

Oi, galera!!!

Ia até postar mais vestidos cafonas coloridos… (Juro! Os que eu ia postar hoje eram ALTAMENTE cafonas!!!).

Mas resolvi desabafar…

Isso mesmo, reportando ao D2 que reporta à Cláudia, “Deixa, deixa, deixa eu dizer o que penso dessa vida, preciso demais desabafar…”

Não acho ético dar nomes (a não ser o da Tia Cleide!), nem é minha intenção aqui…

Só quero mesmo desabafar com vocês coisas que estou sentindo acerca de relações que tenho com pessoas que se diziam “amigas”. Uma pessoa em especial.

E como tenho tantas pessoas que me apoiam e dão bons conselhos (sim, vocês, leitores),  e creio que a situação que vou relatar deve ser comum a outras pessoas, acho que aqui é um bom lugar para discutirmos a seguinte questão: Afinal, casamento significa “ignorar os antigos amigos”?

Ando me sentindo ignorada…

Ok, quando a gente fica com um compromisso mais sério, gente demais atrapalha mesmo… Afinal, muitos dos “amigos” (e “amigas”) nossos querem apenas ver (e torcer) pro fim do relacionamento… Rola, muitas das vezes, aquela sensação de posse, de pertencimento… E não aceitam mesmo, de maneira alguma, que aquela pessoa namore. Quem sofre é o namorado/namorada que fica no papel de “usurpador(a)” daquela(e) amiga(o).

Mas a questão que quero me focar nem é essa. Não estamos cercados apenas de pessoas egoístas, que querem nosso mal ou que nos invejam… E eu faço parte desse grupo! Sempre torci pela felicidade de quem amo! E eu amo cada um dos meus amigos!

O que ocorre é que às vezes somos simplesmente excluídos da vida daqueles que se diziam nossos amigos quando eram solteiros, por estes alegarem agora  falta de tempo e excssso de ocupação…

Será?

Será que a pessoa que antes passava 2 horas no telefone com você, agora não tem 5 minutos pra deixar um scrap no Orkut perguntando como você está, só porque está atarefada demais com os preparativos do casamento?

Será que a pessoa que antes saía com você, hoje não tem realmente tempo, porque tá trabalhando demais?! Ou será que ela tá te evitando, porque hoje o futuro cônjuge é mais interessante?!

Não tenho nada contra quem se esquece definitivamente dos verdadeiros amigos e tem olhos apenas para o futuro marido/esposa… Gosto não se discute!

Eu, depois que voltei com o Dudu, comecei a perceber quem era de fato amigo e quem não era, pois muitos não nos apoiaram e esses nós percebemos que não eram nossos amigos de verdade… É natural o afastamento!

Mas meus amigos (os poucos) que ficaram, faço questão de, mesmo se não estiver tão próxima como deveria, de manter contato, de saber  notícias, de sair de vez em quando, ou mesmo de mandar um scrap no Orkut ou uma mensagem no celular dizendo o quanto tenho saudades e como são importantes pra mim…

Porém, acho que quem opta por abandonar sumariamente os amigos de verdade, deveria fazer isso com honestidade…

Vocês sabem bem que sempre fui adepta da honestidade e verdade acima de tudo, e acho que se você não quer mais uma verdadeira amizade, deve conversar abertamente que não se sente mais à vontade com aquela pessoa, ou que sua vida não cabe mais os amigos de antes… (O que eu acho uma pena, pois amigos verdadeiros são cada vez mais raros. Mas é melhor que “enrolar” os outros!)

Forte demais pra ser dito?! Sinceramente eu não acho! Acredito que as velhas desculpas doem mais…

Sabe por quê?

Em um universo de 168 horas na semana (minha conta está certa?!) não é possível que a pessoa não tenha 5 minutos pra se lembrar de um grande amigo e dizer um “oi” por telefone… Não é possível…

E outra: Como que aquela pessoa que, em um passe de mágica, se tornou ocupadíssima, teve tempo pra te mandar o convite de casamento por terceiros, ou mesmo pelo correio, e agora “desocupou” e quer sair com você pra te entregar o convite do chá de panela dela?!

Como?

Por quê?

Por que uma amizade que estava “em coma”, esquecida em um passado não tão distante assim, na hora da entrega de um convite é tão considerada, tão lembrada?

Por que optar por mandar o convite de casamento por terceiros ou pelo correio? No universo das 168 horas da semana, não havia 2 horinhas pra ir à casa deste amigo entregar pessoalmente o convite?! Então, pra quê convidar?!

Pra quê brincar com sentimentos de pessoas amigas que sempre torceram e acreditaram na felicidade deste “amigo”? Por que simplesmente não ignorou ou deixou as coisas como estavam?

Por que a repentina saudade na hora da entrega do convite, se antes não tinha nem tempo pra um “Oi”?

Por quê?

Fico me perguntando…

Não vou hoje aconselhar, nem nada disso…  Quero ouvir (ou melhor, ler) o que vocês acham disso.

Quero saber de vocês o que fariam no meu lugar?!

Iriam ao casamento, fingindo que nada aconteceu e correndo o risco de ser ignorada mais uma vez ou simplesmente ignorariam, retribuindo o tratamento recebido durante todos esses meses?

A única coisa que vou dizer é: se você tem alguma chance de se enquadrar nesse caso que contei, fazendo o papel da amiga ocupada, repense suas atitudes…

Não é porque você vai casar, que todo o seu passado deve ser jogado em uma gaveta ou mesmo no lixo, juntamente com aquelas amizades… Aquelas que sempre torceram por você… E até mesmo torceram pra você ser feliz como você hoje está.

Vai vcasar? Agregue… Casamento é pra agregar amigos, famílias… E não pra ir apagando sumariamente suas relações, como quem arranca as páginas de um diário velho…

Não se esqueça dos amigos que sempre te deram a mão e te quiseram bem… Amigos são preciosidades que não devem ser desperdiçadas… E lembre-se o que você está fazendo com um amigo seu hoje, você pode sofrer em uma outra ocasião…

Não lembre dos seus amigos só na hora de fazer volume na igreja ou na mega recepção que você tá preparando às duras penas e em suaves prestações, pra Tia Cleide não comentar: “Nossa, que festa vazia, veio ninguém no casamento dela!”.

Amigos não são figurantes… Ou alguém que você recorre por algum interesse. Amizade necessita de presença, carinho, abraço e reconhecimento…

Não seja egoísta de pensar que as pessoas estarão ao seu dispor quando você bem entender, sem que você ao menos dê a elas um pouquinho de atenção que seja…

Pensem nisso!

Relembrando Mário Quintana, frase essa que sempre está na minha mente, eu termino esse post:  A amizade é um amor que nunca morre.”

E, procurando no Google, encontrei mais umas boas:

“Em vez de amar teus inimigos, trata teus amigos um pouco melhor.” – Ed Howe

“O amigo tem que ser como o dinheiro, que antes de necessitá-lo, sabe-se o valor que têm.” – Sócrates

“A amizade sempre é proveitosa, o amor às vezes é.” – Sêneca

“Só existe uma coisa melhor do que fazer novos amigos: conservar os velhos.” – Elmer G. Letterman

“Nunca é largo o caminho que conduz à casa de um amigo.” – Juvenal

e

“Não tenhas pressa de fazer novos amigos nem em abandonar aqueles que tens.” – Sólon

Bom é isso!

Espero os comentários.

Beijos a todos.

Com carinho,

Naná.

Opiniões, palpites, pitacos, sugestões…

8 jan

Oi, minha noiva (te amo muito)!

Olá, leitores do blog!
Tudo bem?

Esse é o primeiro post que eu faço em um blog, e por coincidência é nosso, né, amor?

Prazer, Dudu. Minha noiva já falou um pouco sobre mim e também sobre nossa história. Então, escrever…

Bom, vários assuntos passaram em mente para esse primeiro post. Algumas coisas que comentaria minha noiva já comentou, sintonia é isso, rs! Mais do que sintonia, é intimidade de almas, a chave para qualquer relacionamento.

Pensei em começar falando sobre um assunto que com o tempo muitas vezes se torna insuportável: opiniões, palpites, pitacos, ‘sugestões’ dos outros. Por que será que as pessoas adoram se intrometer na vida dos outros sem qualquer tipo de pergunta ter sido direcionada a elas?


Muitas vezes  damos espaço para que as pessoas deem (tão estranho não ter mais acento, hehehe) suas opiniões sobre o que se passa em nossas vidas, talvez porque pedimos, ou por serem próximas, ou até porque existe muita gente que se acha no ‘direito’ e nem sabem que tipo de consideração temos por elas. Talvez o problema esteja em nós mesmos, que não percebemos a priori as intencionalidades de certas opiniões ou por pensarmos (ou até nos fazerem pensar) que não somos capazes de tomar decisões e bancá-las sozinhos (horas de análise fazem bem, pacas!).

Podemos dizer que já sofremos muito com as influências dos outros (ô, se não!), e as pessoas soltam palavras e comentários e pouco se preocupam com os efeitos que elas possam causar. Esse é um dos motivos que nos levaram a proteger nossa relação. Não, não estamos dizendo que vemos os outros e suas ações como meros inimigos ou só o negativo, mas entendemos que qualquer casal deve resolver seus assuntos somente entre o casal, não importa qual assunto. E, se quiser compartilhar algo com alguém ou pedir alguma opinião, saiba escolher muito bem o quê, com quem e como falar, e estar atento ao discurso do outro, pois muitas vezes as opiniões revelam o desejo do outro, a história do outro, os sonhos e as frustrações do outro, e não um auxílio ao casal, afinal, não sabemos exatamente o que o casal provoca no outro. Como dizia Sartre, “o inferno são os outros”.

Isso não significa que deixamos de nos relacionar com a família, com amigos, com colegas de trabalho, afinal vivemos em sociedade, mas saber até que ponto podemos dar abertura para que a convivência com as outras pessoas não interfira negativamente em nossa relação; se pode acrescentar algo positivo, não tem problema.

Aprendemos, como indivíduos e como casal, que quanto mais se pode preservar a vida do casal, melhor é (parece contraditório então fazer um blog, pois não deixa de ser uma exposição; não, saber como se expor também é uma forma de se preservar, existem vários tipos e níveis de exposição e estamos atentos a isso aqui no blog também).

A questão é saber analisar a qualidade das relações que temos com as pessoas, de maneira geral, independente do estado civil. Ser seletivo não é deveras (sempre quis usar essa palavra, rs) ruim. Faz parte do amadurecimento, em saber que a primeira pessoa que temos que respeitar é nós mesmos, temos que buscar relações justas, sermos justos com nossos sentimentos para que também possamos ser justos com os sentimentos dos outros.

Acho que consegui resumir um pouco sobre esse assunto aqui. Aliás, ele será ilustrado com algumas “pérolas” que ouvimos ao longo desses anos juntos, virão como pequenos posts brevemente comentados, nem que seja por comentários gráficos (¬¬, por exemplo, rs).

É, gostei de escrever meu primeiro post.

Até mais.

Dudu.

Ah, quando casar passa! (Ou não!)

7 jan

Ai, ai… Que emoção! Depois de tanto tentar, de tanto procurar um lugarzinho ideal para escrever nossas idéias e ideais, finalmente amarrei nosso burrinho aqui nessa sombra e pretendo (juntamente com o meu futuro marido) compartilhar boas histórias com vocês, caros leitores.

Então, vou começar falando um pouco sobre mim e o Dudu e o que nos levou a criar o blog.

Sou Naná, tenho quase 24 aninhos sou formada em Letras e curso mestrado na área. Como ser professor no Brasil é bem difícil, atualmente estou desempregada, à procura de um emprego. Alguém aí é dono de escola?! Sou professora de Português, Redação e Literatura!

Estou noiva do Dudu, 24 anos e formado em Psicologia, atualmente trabalhando como professor de inglês. Se alguém tiver vaga para psicólogo escolar também…

Nos conhecemos em 2000 . Primeiro ano do Ensino Médio. Éramos apenas “irmãozinhos“, mas num belo dia, ele chegou atrasado na aula (normal…), eu olhei pra ele, meu coração disparou e senti que ele era o homem da minha vida e futuro pai dos meus filhos! (Estranho uma garota de 16 anos pensar isso, mas não é que eu estava certa?!)

No começo, ele nem me deu moral… Disse que éramos amigos e que não sentia nada por mim… Eu fiquei bem (mentira!) . Metade da escola em que estudávamos começou a acompanhar e dar pitaco no caso e o que era uma simples paixão, virou até baixaria!

Resolvi então mudar de sala. Cansei de ir atrás dele e só levar fora… Isso ocorreu em meados de novembro daquele ano e como eu era nerd (vale lembrar que ele também era), o coordenador deu uma forcinha e me colocou em outra sala.

Ok, 2001  acabou, o terceiro ano chegou e eu nem lembrava mais dele (mentira[2])… Num dia bem chato (daqueles bem chatos, tipo aula de zoologia às 7:30 da manhã), eis que chegando atrasado ele adentra a minha sala?! Não é que ele acabou indo atrás de mim?! (Não, imagina a minha cara de Dona Florinda quando via o professor Jirafales…)

Depois disso acabamos namorando… Finalmente eu havia conseguido namorar o Dudu.  Entramos juntos na faculdade, desisti do curso que eu entrei,  passei pra Letras… E nosso namoro foi lindo por 2 anos e pouco…

As brigas foram surgindo, os desentendimentos, as influências externas  e o término foi inevitável…

Ficamos 3 anos separados…

O tempo passou, fiquei muito machucada com o fim daquele relacionamento, mas as feridas foram cicatrizando. Toquei a minha vida (status do orkut: single), fui trabalhar e perdi as esperanças de que um dia o reencontraria…

Porém, o destino resolveu me surprender mais uma vez. Lá estava eu e minha amiga fazendo estágio em uma escola e quem estava fazendo estágio também?! Dudu! Ele mesmo!

No primeiro momento ele não me viu, senti um misto de alegria e preocupação, pois havia ficado feliz em vê-lo, mas também tinha receio da reação dele ao me ver… Evitava de todas as formas que ele me encontrasse, mas um dia (4 de julho de 2007, mas precisamente) ele passou pela sala em que eu estava e me viu. A conversa foi mais ou menos assim:

Dudu: __Naná…

Naná: __Oi…

*abraço, corações disparados e mãos trêmulas*

Dudu: __Você tá fazendo estágio?

(Pensamento de Naná: “Não… Descobriram que meu histórico da 5ª série era falso, voltei pra escola então!”)

Naná:__Aham… E você como tá?!

Dudu:__Bem…

*sem-graça e sem assunto*

(…)

Dudu:__Então, tchau!

Naná:__Tchau…

 *abraço, corações disparados e mãos trêmulas*[2]

Bastou isso pra reativar em mim todo o amor que eu sentia por ele… Conversamos por um tempo, tanto no estágio quanto por MSN (desbloqueei ele, heheh!), e eu propus que voltássemos. No começo ele achou melhor não… (Por que ele insiste em ser tão difícil?!) Mas no dia 09 de agosto de 2007, voltamos (via MSN) a namorar…

Desde então somos um casal apaixonado… E agora é pra sempre! Como eu sei? Aprendemos com os nossos erros, e buscamos a cada dia amar e respeitar ainda mais um ao outro, lutando sempre pelo nosso relacionamento e não permitindo que nada nem ninguém atrapalhe ou estrague a nossa história.

Estamos noivos… E pretendemos nos casar no final deste ano!

 O problema é que insistem em estragar tudo… Não sei se é inveja, despeito ou superproteção. O fato é que isso nos incomoda e pretendemos escrever aqui nossas histórias, tanto de desabafo sobre as pérolas que estamos ouvindo, quanto sobre os preparativos pro nosso casamento. Cada passo dessa nossa história será compartilhado aqui! O que pudermos passar de dicas pra vocês noivos, casados ou que pretendem noivar, postaremos aqui.

E você, que se identificar com as nossas histórias ou quiser comentá-las, não se acanhe. Comentários construtivos serão sempre bem vindos!

Nossos pais sempre dizem que qualquer machucado ou problemas que tivermos na vida, “ah, quando casar, passa!” (por isso o nome do blog, sacou?!). Será que após o casamento os “mal amados” que insistem em nos azucrinar cessarão suas intrigas e tramóias?! Veremos juntos…

Mas uma coisa é certa: Algo que não vai passar depois que nos casarmos é o nosso amor, que cada dia está mais forte e pronto pra qualquer desafio.

Então é isso.

Beijos.

Com carinho,

Naná.